Klabin retoma milhões de negociações para comprar seu próprio nome

Klabin Factory: royalties consumiram 5,7% do lucro líquido de 2019 (Klabin/Divulgação)

A Klabin retomou as negociações para ver se faz um acordo para a allemal um acordo para comprar a marca, que não é a sua, mas sim de seus acionistas ' último nome da boa parte dos inspetores. A empresa paga aos funcionários royalties pelo uso do nome, principal forma na percepção de sua governança pelos investidores.

O valor cresceu ano após ano, pois está acoplado aos volumes vendidos: passou de 52 milhões para 59 milhões de reais, na variação dos últimos dois exercícios financeiros. Por isso, registrou 1,3% de Ebitda de 4,3 bilhões de reais em 2019, e 5,7% do lucro líquido (descontados impostos), acima dos 715 milhões de reais. Não por coincidência, a situação é considerada "uma das mais esdrúxulas" com um 'chip azul' do mercado brasileiro, de acordo com a opinião de um investidor da indústria.

Se a empresa crescer, os acionistas vencem duas vezes mais: por dividendos e royalties. Já as pessoas minoritárias, "perdem" a participação dos proprietários através do uso do nome-que é a leitura que supera o mercado.  E vale a pena lembrar que a empresa está em meio a investimentos multibilionários para dobrar sua capacidade de produção. A situação preocupa tanto os investidores quanto a gestão da empresa, que está em busca de uma solução para o tema polêmico.

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O contrato é em 1995 e mudou em 2000 e 2002. Em fevereiro do ano passado, a Klabin chegou a apresentar uma proposta e convocar uma reunião para aprovar o fim deste tratado. Pagaria ao proprietário o equivalente a 344 milhões de reais em ações ordinárias da empresa. Tudo foi negociado com os inspetores, que pleiteram, inicialmente, uma recepção entre 450 milhões de reais e 500 milhões de reais. O valor combinado foi anunciado como sendo equivalente a menos da metade do valor atual do contrato em sua eternidade (702 milhões de reais).

Mas o anúncio do acordo gerou ainda mais confusão em torno da questão, em vez de comemorar e facilitar, e foi estancado após as declarações questionáveis da maior minoria, ninguém menos que o BNDES-também um dos principais financiadores da empresa. O banco queria que dados comparativos fossem capazes de aprovar a questão na montagem, inclusive se não havia espaço para simplesmente cancelar o contrato ou desenvolver uma nova marca, do zero.

O BNDES sempre foi um proponente do fechamento dos pagamentos e das configurações cobradas da administração da Klabin, mas como a solução foi julgada por ter faltado informação para uma decisão refletida. A briga pública havia sido tapada na hora com uma troca de câmbio. O assunto foi suspenso até que o Banco Fomento.

As negociações foram novamente coletadas internamente após o BNDES estar finalmente de acordo com a retomada do debate após a avaliação do trabalho sobre o assunto e suas possibilidades, que foram realizadas pelo conselho de administração. Comitê. Os documentos foram enviados para o banco de fomente na virada de 2019 até 2020 e foram públicos no início de maio. Uma vez que a retomada da conversa é há muito tempo, não haverá tempo para que ela seja concluída a tempo de uma proposta ser colocada na agenda dos acionistas gerais ". A sessão está marcada para 31 de julho.

O BNDES está pronto para aguardar a solução desse problema, já que entende que pode desbloquear o valor da Klabin, então tente vender no mercado a parcela que possui na máquina de papel para a embalagem-a decisão vai depender dos termos do momento, e não há nenhuma instituição manada para a operação, as segundas fontes próximas ao assunto. Recentemente, o banco elevou sua participação no capital da companhia, de 5,5% para 7,5%, após uma conversão de títulos de dívida em ações. A empresa vale 22,6 bilhões de reais no B3 e, assim, a participação do Banco equivale a cerca de 1,7 bilhões de reais.

Consulta, a Klabin não comenta o assunto. BNDES Tampouco fala sobre investir empresas. Este é o local de registro do banco quando ele é consultado sobre casos específicos. A instituição avaliou mais uma vez a venda de ações em várias empresas participantes.

Investidores ' A expectativa é de que os esforços comerciais em 2019 não sejam perdidos e que, pelo menos, formem a base para as negociações em curso. No entanto, o trabalho do comitê oferece margem, até mesmo para os controladores, para exigir um valor maior para entregar seu sobrenome à empresa.

A marca foi avaliada pela Kantar em 1,1 bilhões de reais. E uma pesquisa apontou que o comércio pode custar o nome entre um mínimo de 83 milhões de reais e um teto de 1,37 bilhões de reais. Dados esses dados e após entrevistas com executivos de empresas que mudaram a marca de seus produtos, neste setor, o Conselho de Administração, que formou o assunto, formado apenas por membros independentes, com a maioria fechada que a empresa deve retomar os 2019 negócios, como foi benéfica.

O mercado está esperando há anos por uma paralisação. O assunto chegou até a entrar com uma ação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que no final do ano passado acusou 13 dos 14 membros do conselho de administração da Klabin, em sua educação anterior sobre o atual, por falta de due diligence vis-à-vis a empresa-o grupo que apresentou o acordo de 2019 sem um estudo detalhado. O xerife do mercado estava sobre o assunto desde 2017, já provocado pelo BNDES. Na ocasião, o regulador pediu que a empresa dê mais transparência ao assunto e o Conselho de Administração consideraria anualmente a conveniência de operar os pagamentos.

Após cenas dos próximos capítulos-o mercado espera que ele seja pacífico.