Bares e restaurantes serão capazes de trabalhar 6 horas por dia em SP. Ver Regras

A Prefeitura de São Paulo assinou neste sábado, 4, os protocolos para a operação de bares, restaurantes e salões de beleza, fechado há mais de cem dias na cidade devido à pandemia de Coronavirus. A reabertura parcial desses setores poderá ocorrer a partir desta segunda-feira.

Para os bares e restaurantes, a fase amarela do plano de reabertura econômica paulista, no qual enquadrou a capital paulista, prevê o funcionamento das fazendas durante seis horas por dia, até às 5 horas, em uma ocupação máxima de 40%. Há também uma limitação de operações para ambientes ao ar livre ou arejados, de acordo com o programa estadual.

Além disso, é obrigatório usar máscaras, tanto por clientes como funcionários, e a adoção de protocolos de higiene.

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Já para salões de beleza esta fase do plano prevê preenchimento com apenas 40% de capacidade, função por seis horas, uso obrigatório de máscaras e também a adoção de protocolos específicos de higiene e distância.

Em 26 de junho, o governo do estado de São Paulo aprovou a capital paulista, para o funcionamento desses estabelecimentos. No entanto, o Comitê de Contingência da Coronavirus recomendou que a prefeitura aguarde uma semana para confirmar os indicadores de saúde e a permanência da capital na fase de reabertura amarela. "A capital permanece agora por sete dias consecutivos na fase amarela", disse ontem o prefeito Bruno Covas (PSDB).

A cidade de São Paulo se observou no número de mortes do Coronavirus aos níveis mais baixos desde meados de maio, dados publicados pelo governo do estado.

Donos de bares e restaurantes na capital compartilha entre o otimismo de reabertura e desconfiança. Parte dos chefs e proprietários das fazendas explica que ainda não se sente seguro para abrir as portas novamente, tanto para as questões de saúde como para o risco de que os clientes não apareçam. A probabilidade de retirada para a fase laranja, no caso de o número de contaminações e óbitos de coronavírus aumentar, também é levada em conta.

A informação vem do jornal O Estado de S. Paulo.