MP intima Flávio Bolsonaro a depor sobre "rachadinha" na próxima semana

Flávio Bolsonaro: senador está sendo investigado por suposta prática de repressão na Assembleia do Rio de Janeiro (Geraldo Magela/Senatsagentur)

O grupo de atuação especializada em Combate à Corrupção (Gaecc), na quinta-feira, intimou o senador Flávio Bolsonaro (republicano RJ) e sua esposa, Fernanda, a presenciar depoimentos no Ministério Público do Rio na próxima semana no procedimento sobre o "rachadinha", a devolução de salários em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio.

O chamado à mulher de Flávio é para o segundo e seu para segunda ou terça-feira, após eleição do senador.

O Gaecc coordenou investigações sobre embebeça, lavagem de dinheiro e organização criminosa no gabinete de Flávio desde março passado.

No entanto, na semana passada, a Câmara de 3ª da Vara Criminal do Rio (TJ-RJ) decidiu instalações especiais para o senador, e envia a caso para a segunda instância. Assim, o titular da investigação foi nomeado procurador-geral Eduardo Gussem.

Para que o Gaecc possa seguir com a investigação, o procurador-geral formalizou um período de cooperação do grupo de procuradores com a Procuradoria-Geral na investigação.

Luciana Pires e Rodrigo Roca, novos advogados do senador, uniram-se na última segunda-feira com um pedido de esclarecimentos no caso de "rachadinha".

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  • Por nota, relacique que protocolaram " conectou a petição do MP, que requer o Senatorenoitiva, à vista do Art 8, parágrafo 7, desde a resolução 181/2017 do CNMP, assim como, art. 5, LV da Constituição da República, tão logo ele qd subpoe figurando, quanto a " #8221;.

    Depois de um pedido de olhar para os carros, não foi mais intimada, como um direito de esclarecer os fatos pessoalmente".

    Os advogados entraram no caso depois que Queiroz foi preso em um sítio de Frederick Wassef, em Atibaia, no interior de São Paulo. Wassef havia atuado em defesa de Flávio desde o ano passado e deixado o caso após a Operação Ángel, batizada, disse o MP, em alusão à forma como Queiroz e familiares se chamavam Wassef.

    A colunista Bela Megale revelou que o desembargador Milton Fernandes de Souza deveria ser o relator da investigação de Flávio Bolsonaro no painel especial do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ). Souza foi lotado para julgar um pedido de habeas corpus do sócio do Flávio Alexandre Santini em sua loja de chocolate.

    Isso será prematuro a partir da investigação de Flávio, que ainda não chegou ao corpo especial. O MP entrou com uma má administração nesta semana ao Supremo, pedindo que o caso volte para a primeira instância. O recurso é que o recurso só será julgado em agosto.

    A iniciativa do senador para pedir depoimento na semana passada significou uma mudança nas estratégias de defesa.

    Davor havia convocado Flávio em dezembro de 2018 para entregar testemunhos em janeiro do ano passado. O senador, no entanto, não teve participação na convocação e entrou em questão com o habeas corpus, que questionou a investigação e pediu a sua submissão.

    Desde janeiro de 2019, os ex-advogados de Flávio, liderados por Frederick Wassef, tentaram pelo menos nove vezes cessar a investigação. O primeiro pedido foi apresentado no Supremo Tribunal Federal e o direito ao foro anexado ao STF foi questionado, já que ele havia sido eleito para o Senado. O recurso não teve sucesso e foi negado pelo ministro Marco Aurélio Mello.

    Depois disso, a defesa de Flávio foi até o que chamou de quebra de sigilo bancário e fiscal nos relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que permitiu a identificação de R$ 1,2 hão na conta de Queiroz e lançou a investigação.

    de Flávio Bolsonaro, exercido pelos advogados Luciana Pires e Rodrigo Roca, em nota que "causam espanto à defesa que o grupo de anticorrupção especializado (Gecc) insiste em colher o testemunho dos investigados".

    A defesa argumenta que o Gaocrim (Grupo de Atribuição Original em Matéria Criminal), que atua na segunda instância, é " hoje tem que investigar a atribuição ". Os advogados citam que tinha sido o Gaocrim, que tinha "apresentado uma queixa perante o STF depois de ter notado o resultado do HC e da investigação". Por fim, a comunicação afirma que "o que o Gaecc parece ter tido apenas o caso de Flávio Bolsonaro tem que ser investigado"