"Ciclone-bomba" no sul pode ser causado mais Havoc hoje-entendendo o fenômeno

Coração de bombeiros em Santa Catarina após o ciclone: Colapso de árvore levou a pelo menos uma morte no Estado (Corpo de Bombeiros Militar / Divulgação Militar de Santa Catarina)

O ciclone extratropic , que danificou cidades ontem na região de Região Sul , pode continuar a desencadear fortes ventos na região na quarta-feira, 1 de janeiro.

A previsão da defesa civil é de que o ciclone esteja agora ultrapassando o oceano, mas até o final da tarde há haver ainda uma chance de que haja novas rajadas de vento fortes, que serão as 100km/h superadas.

O mar também deve ser tocante e com ondas que podem passar de quatro metros e até sete metros. A recomendação é que os moradores das regiões afetadas evitem o mar, que deve obter mais rebites.

Na terça-feira, 30, o ciclone causou ventos de mais de 100 km/h, derrubaram árvores, e até geraram explosões em cidades de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul (veja vídeos dos moradores).

Muitos moradores estavam sem energia e empreendimentos como bares e restaurantes registrados em redes sociais imagens de danos aos sites.

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Pelo menos três pessoas morreram em Santa Catarina, segundo boletim do corpo de bombeiros militar disse, até às 6 horas Uma senhora morreu na cidade de Chapecó, que foi atingida por uma árvore, um homem em Santo Amaro a imperatriz, ao ser atingida por fios de alta tensão e uma terceira morte, na cidade de Tijucas, foi ferida por um colapso devido às chuvas.

O mesmo ciclone chegou em São Paulo, ainda que com efeitos menores. Na capital paulista, ventos de mais de 50km/h foram registrados, e o mar se rompe no mar. O ciclone também foi responsável por derrubar as temperaturas.

O que é o superciclone no sul

Ciclones extratropicos como aqueles que atingem a zona sul são resultado de baixa pressão atmosférica e são relativamente comuns. No total, atravessam regiões continentais (como aconteceu nos estados do sul) até chegar ao oceano onde perdem força.

Já as frentes frias causadas pelo ciclone são resultado da chuva e dos ventos fortes que criam o fenômeno.

Quando o ciclone atinge o oceano, o mar também segue em movimento, não apenas na região sul, mas em outras vias da costa brasileira no sul e sudeste, como em São Paulo e Rio de Janeiro.

O Zyklon, o de Florianópolis! Vídeo feito no bairro de João Paulo. #ciclone #SantaCatarina @nsctvoficial pic.twitter.com/ZDv19mKdDA

-Camille Casarini (@camillepc) 30 de junho de 2020

A chegada do ciclone já vem sendo prevista pelo monitoramento de serviços que emitiu um alerta nesta terça-feira para os três estados da região sul. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) disse que é "o risco de corte de energia elétrica, o Havoc em plantações, queda de árvores e alagamentos".

De acordo com o Inmet, a BBC Brasil informou que outro ciclone deste tipo atingiu o Rio Grande do Sul há cerca de um mês, mas naquela ocasião foi mais fraco-o impacto foi semelhante aos que tiveram São Paulo desta vez, com queda de temperatura.