Realinhamento em desconto militar custará R$ 26,5 bilhões em cinco anos

Militar: Bonus é concedido no momento em que Bolsonaro enfrenta uma série de crises e tenta expandir sua base de apoio (Marcos Corrêa/PR/Flickr)

O Ajuste de até 73% no teto salarial para os militares das Forças Armadas, que taxas ao longo da carreira custa R$ 26,54 bilhões em cincos anos. O "habilitação adicional de habilitação", o "danceralho" será incluído na folha de pagamento de julho dos militares, com efeitos de R$ 1,3 bilhões este ano, em plena pandemia do novo Coronavírus, de acordo com a comunicação técnica do Ministério da Economia e dados do Ministério da Defesa obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

Na prática, as despesas anuais para o pagamento deste bônus no mundo dos militares crescerão ano a ano, conforme o patrimônio e em 2024 já estarão em R$ 8,14 bilhões. O reajuste do adicional foi decidido com a reforma da Previdência dos militares, no final do ano passado. Críticos argumentam que o benefício deveria ter sido suspenso até dezembro de 2021, juntamente com o congelamento de funcionários " Reajustes salariais entregues pelo Congresso com a ajuda de R$ 120 bilhões de dólares para estados e municípios.

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A ideia do congelamento-a contrapartida para o setor Público para cortes salariais no setor privado-foi do ministro da Economia, Paulo Guedes. Quase 12 milhões de trabalhadores da iniciativa privada foram atingidos com a tesouraria do Estado em salários e salários e a suspensão de contratos durante a pandemia. No entanto, os ministros militares do governo de Jair Bolsonaro têm lidado com as negociações com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a "araração" das Forças Armadas. Desde o início do governo, Bolsonaro vem protegendo as carreiras militares.

O bônus é concedido no momento em que Bolsonaro enfrenta uma série de crises e busca expandir sua base de apoio, que é espalhaada por militares, policiais, evangélicos, ruralistas e agora políticos do Centrão. Também ocorre contra o pano de fundo dos casos de dificuldades estaduais para ampliar a ajuda emergencial de R$ 600 para a população mais afetada pelo impacto da pandemia de kovid19 na economia. A área econômica anunciou ontem a prorrogação do desempenho por dois meses, mas o Repasse será feito em várias etapas.

Os militares se transformaram em uma espécie de apreciação de Bolsonaros, que ameaçou o mandato por meio da acusação de responsabilidade civil no Congresso, uma investigação por aplicação da lei de interferência na Polícia Federal, que é levantada no Supremo Tribunal Federal, além da sentença das ações no Tribunal Supremo da Eleição (TSE).

Oficiais das Forças Armadas comandam 10 dos 23 ministérios e são Maioridade no palácio do Planalto, de onde se atua, nos bastidores, em articulação com o Legislativo e o Judiciário, além dos órgãos de governo.

Hoje, os maiores salários brutos entre os 381 militares s geralmente são do general Luiz Eduardo Ramos (Ministro de Governo) e Almirante Bento Albuquerque (minas e energia). Em março, último pagamento divulgado pelo governo, eles receberam, em cada caso, 51.026.06 e 50.756.51, conforme portal de transparência. No entanto, os valores se enquadram na regra do abate-teto, por meio do qual ninguém pode ganhar mais do que um ministro do Supremo que recebe R$ 39,2.

Mudança

Alotado no Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Major-brigadeiro Ary Soares Mesquita, Secretário de Defesa e Assuntos de Segurança Nacional, ganha o terceiro maior salário dos militares. Tem um salário bruto de 40.992.66. Os generais da reserva ativa e do estado também serão beneficiados com o ajuste no scroll scroll pendurado, mas o valor deve ser e#8220;engolido " através do forro-teto.

A situação pode mudar em breve. Em abril, a Advocacia-Geral da União (AGU) pronunciou um parecer, no qual considera que os militares concentrarão a regra no limite superior do teto em cada um dos vencimentos acumulados, e não mais em sua somatória. Ou seja, se um militar ficar com R$ 20 das Forças Armadas e R$ 39 2 do Poder Executivo, ele poderá embolar R$ 59,2 por mês, já que cada um dos alunos do setor não ultrapassa o limite superior. A manobra revelada pela revista Era não é aplicada atualmente em razão da pandemia.

De acordo com a nota técnica do Ministério da Economia, as "habilitações adicionais" devem ser encontradas na "habilitação adicional". das mudanças patrocinadas pelos militares de R$ 1,3 bilhões até o fim do ano. O dinheiro foi recebido na reserva específica do orçamento. Além do aumento de custos por causa desses custos adicionais, o governo já havia gasto R$ 441 milhões a mais devido às mudanças na reforma do militar. O ponto apontou que dobrou a ajuda de custo para a passagem dos militares para a inatividade.

Mais Benesse

A "habilitação adicional" ainda foi criada na direção de Fernando Henrique Cardoso e é responsável por quem tem feito cursos ao longo da carreira. O valor era o mesmo desde 2001. No ano passado, Bolsonaro autorizou o reajuste por até 73 por cento sobre a soldadura, em quatro etapas. No primeiro deles será o scroll pendurado para a "História dos Altos Estudos" por exemplo, de 30 de julho% a até 42% sobre o valor da remuneração. O aumento vale para os militares da ativa e da reserva que eles estão recebendo.

Outro adicional de Bolsonaro, que é a disponibilidade militar, previu o impacto de R$ 2,7 bilhões por ano. Esses rangans pendurados estão disponíveis e o salário é de até 41%. Na outra ponta, a assistência de custo dobrou no trânsito para a reserva quando foi estimado pelos R$ 441 milhões já registrados em 2020, de acordo com o documento do Ministério da Economia, para cerca de 300 milhões de R$.

A mesma lei, a " habilitação adicional &#8221nachjustierte, abriu a possibilidade de efetivo militar inativo para a execução de tarefas em outros escritórios da administração pública com um adicional de 30% da remuneração na aposentadoria. aluguel. O movimento foi criticado por facilitar a chamada militarização do serviço público na gestão Bolsonaro. O governo não informa quantos militares da reserva ocupam cargos civis no governo. O imóvel mostrou que os militares ativos na ordem executiva já são 2,9.

Medida sustentável

O Ministério da Defesa disse que a reestruturação das carreiras " auto-apoio e autofinanciamento ". De acordo com a Defesa, a economia líquida, que foi avaliada pela aplicação da nova lei R$ 10,45 bilhões em dez anos, já calcula o impacto da carta de condução militar adicional, que ocorrerá em R$ 1,3 bilhões, levando em conta a mudança esperada a partir deste mês.

Antes do uso da reforma da Previdência, o ministro da Economia, Paulo Guedes, aceitou que os militares permaneceram fora da proposta. Um projeto de reforma foi apresentado na sequência da Comissão. Despesas devidas à reestruturação das carreiras, que foram consumidas a uma grande parte da economia com o aumento da contribuição para a aposentadoria.

O Ministério da Economia voltou a defender que apenas a Secretaria de Orçamento Federal examina a metodologia de projeção e a classificação dos custos de pessoal obrigatório, das informações e cálculos das instituições. De acordo com a pasta, o valor de R$ 1,3 bilhões está listado no planejamento orçamentário deste ano. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.