Rede de ginástica conta R$ 13 milhões por ano com aulas ao ar livre

Estação Gymnastic no Rio de Janeiro: Companhia vai instalar 70 novas unidades na cidade para atender à demanda por reabertura (Heliot Bessa/Divulgação)

A atividade física deve custar caro? Marcus Moraes acredita que não está fazendo. Há 18 anos, o empresário criou Mude, uma empresa que oferece exercícios em um formulário livre para pessoas. A empresa iniciou a instalação de estações de ginástica ao ar livre no Rio de Janeiro e hoje distribuiu mais de 200 unidades no Brasil.

Mude adota um modelo de negócio no qual grandes marcas, como Unimed, Nestlé e Santander, patrocinam o projeto de atividades físicas gratuías de cada cidade. A partir do patrocínio, Mude vende espaço publicitário em cada uma de suas estações de fitness. No ano passado, a empresa faturou 13 milhões de reais, com crescimento de 13 em relação a 2018.

Além dos dispositivos públicos, a empresa oferece aulas gratuítas e abertas de ioga, meditação e musculações para o público. Em 2019, foram cerca de 400 aulas de pré-temporada por mês nas estações ferroviárias do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Florianópolis. Em geral, participam de 55 60 alunos. Para reservar o seu lugar, é preciso usar o app da empresa, que foi criado em 2017.

MARCUS MORAES MUDE Marcus Moraes, fundador da Mude: empreendedores migraram as aulas de presença por causa da pandemia ao próprio aplicativo da empresa:

Marcus Moraes, fundador da Mude: empreendedores migraram as aulas de presença para seu próprio aplicativo de a Companhia devido à pandemia (JP Faria/ Reserva / Divulgação)

Do céu aberto ao Instagram

Por causa da pandemia, a maioria das cidades impediu o acesso a estações coletivas de ginástica de Mudes. Para oferecer ainda mais seus serviços, por meio de seu aplicativo, a empresa estruturou rapidamente um modelo das aulas ao vivo, utilizando os serviços dos 50 professores que já trabalharam com eles ". O aplicativo quebrou a barreira física do mude. Conseguimos atrair novos usuários, e temos estudantes dos Estados Unidos, Portugal, França, Argentina e Canadá, " diz Moraes. 

Nos últimos meses, a empresa fez oito transmissões ao vivo por dia. Apesar da oferta geral mensal mais baixa, o número de pessoas participantes é maior do que nas aulas de sala de aula. As aulas chegam a 200 ou 300 alunos, especialmente sobre a vida aberta no Instagram. Em geral, 25% das aulas são oferecidas na rede social e 75% no app são oferecidas por sua própria. 

Com o sucesso da iniciativa, a empresa pretende continuar a oferecer o serviço digital no futuro. Ainda assim, o fundador da rede está otimista de que, à medida que as cidades são reabertas, mais pessoas optam por utilizar as estações físicas de Mude. "As pessoas vão ter que ir para dentro mais do que nunca, estão traumatizadas, ninguém quer ir para casa ou para um prédio fechado", diz Moraes. 

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De um olho a esta demanda, a empresa já instalou 20 novas unidades no Rio de Janeiro e planos para abrir mais 70 até o final do ano. No total, investirá 2,5 milhões de reais no projeto de expansão. 

Mude também desenvolve uma tecnologia para as aulas ganhe a escala. Moraes acredita que com um totem digital nas estações, seria capaz de riar as aulas simultaneamente com os professores da empresa e diminuir o custo por aluno, que é hoje de 6,50 reais, para menos de um real.

"Dessa forma, podemos oferecer atividade física em grande escala com a ajuda da tecnologia, conectar pessoas", diz o fundador. Apesar de não ter perdido patrocinadores, os projetos para repetir o mesmo faturamento 2019 este ano devido à desaceleração do mercado publicitário com a crise. Quando você atinge mais pessoas com os produtos, isso seria oportuno para garantir a continuidade do negócio.