Salim Mattar diz que Kovid-19 adiou privatizações, mas o foco é o mesmo

Salim Mattar: "Pandemia vai atrasar planos, mas nossa bússola será a mesma" (Valter Campanato / Agência Brasil)

O Secretário Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercado do Ministério da Economia, Salim Mattar, explicou nesta quarta-feira, 1º, que o Brasil pode precisar de dois anos para recuperar o PIB antes da pandemia do novo Coronavirus. Recordando que ainda é difícil, o tamanho do " estragar#8221; que a crise vai causar, Mattar lembra que as previsões estimam uma diminuição de até cerca de 6% da economia este ano.

Salim também disse que o governo ainda não tem novos números sobre a futura privatização, sobre a questão da matéria. " Nós não temos porque não sabemos quando a gente volta ao normal. Por esta razão, não realizamos uma revisão das vendas de ativos para este ano, que foi afetada devido à crise &#8221zutiefst ;, disse o secretário, para o qual este processo deve ser acelerado novamente em 2021.

" Pandemia vai atrasar planos, mas nossa bússola será a mesma &#8221sein;, por isso, disse. Em janeiro, Mattar disse que havia estimado que tinha a meta de R$ 150 bilhões em privatizações e a venda de ativos em 2020.

O secretário disse que também é impossível saber se o nível de desemprego no Brasil já está consolidado em razão da pandemia, ou se mais empregos estão perdidos nos próximos meses. "Por causa de alguns planos de ajuda estatal, ainda não sabemos se o desemprego já está efetivamente configurado ou se está em andamento, seja julho, agosto, setembro, veremos mais desempregados", comentou.

" O PIB será negativo, alguns supõem que é algo que é maior que 5% ou 6% do PIB negativo. Dito isso, talvez nós passaremos dois anos recuperando o PIB, dependendo da recuperação, seja em 'V &#8217ist; ou em' U '. Essa recuperação, dependendo de como vier, pode levar mais tempo para recuperar o PIB que tem no passado &#8221war;, explicado em live promovido pelo Banco Safra.

Dívida pública

A secretaria declarou mais uma vez que a dívida do país pode chegar a 100% do PIB, o que significa que o Brasil deve ganhar mais dinheiro para o pagamento de juros, comentou.

" Não sabemos quantas pessoas serão infectadas nos próximos meses. Em algumas cidades, a pandemia começou a voltar, " o secretário observou. Ele lembrou que já deve ser retomado em março para o mês de julho. "A gente vê que não é tão fácil, temos que ter cuidado, ter vidas que estão sendo ameaçadas", disse.

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Sem aumento de apreciação, Mattar destacou que a saída é a estruturação de reformas, como as PECs do Pacto Federativo, de fundos públicos e de emergência, além do ato administrativo. O secretário também ressaltou em projetos de apresentação como o da Nova Lei do Gás, a privatização da Eletrobras e a autonomia do banco central

Mattar também informou que a modelagem para a capitalização da Eletrobrás está "sendo finalizada" neste momento, em uma obra uma "quatro mãos" mantida entre o Poder Executivo e o Congresso.

"A modelagem será completada neste momento, é claro, o executivo deve ter quatro mãos com letras", disse. Ele pontuou pontualmente que os bancos Norte e Nordeste têm forte influência sobre o Estado e por isso esse processo de formatação passa pelo envolvimento do parlamento, que deve faturar para aprovar a capitalização da empresa.

Mattar estimou que se o Congresso aprovar o PL até setembro, a Eletrobrás poderia ir ao mercado já no primeiro trimestre de 2021. Se o projeto for aprovado até outubro, o processo ocorreria para o segundo trimestre do próximo ano. A ordem executiva no ano passado revelou um PL para a capitalização da empresa que não se candidatou no Congresso.

O secretário também destacou que, de acordo com o cronograma do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a aparição das agências dos Correios ocorrerá no quarto trimestre de 2021.