"Precisamos ser responsabilizados, quem está financiando o Fake News", diz Maia.

Rodrigo Maia: Enquanto o presidente da Câmara sinaliza aprovação do projeto de lei, Bolsonaro já acenou que ele vete a lei-(Agência Brasil / Agência Brasil)

Em meio às discussões sobre criação de uma lei para punir quem a disseminação de fakenews, o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) defende neste sábado a necessidade de fazer um marco legal que a responsabilização das plataformas de Internet e a identificação e punição de quem financia isso prática.

Aprovado em votações acaloradas no Senado durante a semana, a fatura do fakenews

Esta semana, o propostos deputados federais da proposta, Felipe Rigoni (PSB-ES) e Tabata Amaral (PDT-SP), se reunirão com o grupo de trabalho informal para tratar da medida também formada pelos colegas Margareth Coelho (PP-PI), Samuel Moreira (PSDB-SP) e Prof. Israel (PV-DF) para definir com Maia um calendário para a consideração do tema na Câmara.

A expectativa é de "fazer ajustes". No texto já aprovado pelo Senado.

As declarações de Rodrigo Maia em termos de responsabilização os financiadores de difusão das Fake News foram promovidas em uma transmissão pela internet pelo grupo Prerrogativas, constituídas por advogados de todo o país.

Além do presidente da Câmara, tiraram a vida dos deputados Orlando Silva (PCdoB-SP) e Paulo Pimenta (PT-RS).

No evento, Maia, que responsabilizo falsos propagadores de notícias é responsável, é, proteção do regime democrático.

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" Cada um de nós reage por nossas ações, e as plataformas não querem assumir a responsabilidade. Precisamos ter um marco legal que permita que os financiadores desses sistemas investiguem e cheguem até as redes sociais &#8221verwendenin uma maneira radical e equivocada.

O porta-voz diz ainda que a permissão para investigar a disseminação de notícias falsas não afeta a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa.

" Não enfraquecemos a liberdade de expressão. Fortalecemos a liberdade de expressão. Essas redes sociais politizadas querem criar medo. Se não temos coragem de organizar um texto que dê fronteiras e punição, teremos problemas ainda mais graves no futuro ".

O texto adotado pelo Senado na semana passada tem normas para redes sociais e serviços de mensagens, como WhatsApp e Telegram. As medidas previstas incluem regras para conter contas falsas e robôs, facilitar a persecução penal de remessas em massa e garantir a exclusão imediata de informações confidenciais como impróprias.

O projeto classificou a possibilidade de plataformas como moderadoras e sem conteúdo como impropriamente.

No dia seguinte ao texto ter sido aprovado pelo Senado, o presidente Jair Bolsonaro confirmou aos apoiadores que o projeto "não vingará". Bolsonaro avaliou que o texto terá dificuldades na Câmara, apontando que, se a proposta for reaprovada, ainda poderá vetá-lo.

Na última quinta-feira, o Mandato realizado durante um live-disse que, caso o texto seja aprovado na Câmara, se tornará uma "consulta popular" para decidir quais pontos serão vetados.