SP abre bares e restaurantes apesar de "segunda vaga"-dread

BAR FECHADO EM SP: Rotina começa a apresentar a justificativa de ocupação de UTIs abaixo de 70% (Germano Lüders/Exame)
Para alguns paulianos será o dia da alegria. Para outros, de preocupação. Nesta segunda (sexta), a reabertura de Barros e Restaurantes pode ser reaberta na capital. O raciocínio é que a cidade se estabiliza no crescimento de casos de covid-19, com a internalização da doença, e loteria de UTIs abaixo de 70%.
As fazendas que financeiramente após meses dependem apenas da entrega, poderão ser abertas com 40% da capacidade e com funcionamento reduzido de 6 horas por dia.
Outro requisito é de "ambiente arejado" e uso obrigatório de máscaras, dada a regra que já vinha desde a última semana na multa de 500 reais de quem quer que no espaço público sem o objeto. Na prática, um vai ter que ver como será o comportamento.
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O Primeiro dia da abertura no Rio de Janeiro, na quinta-feira (02), foi desenhado por imagens que as redes sociais de centenas de pessoas sem máscara aglomerada nos bares da Rue Dias Ferreira e na praça Cazuza, no Leblon. O sonho é que a falta de distanciamento social leve a uma nova explosão de casos.
O Reino Unido, por exemplo, abriu seus bares mesmo durante o fim de semana, mas está em um momento muito diferente da pandemia. Mesmo sendo uma das mais afetadas, tanto em números absolutos como per capita, só é reinaugurada após um declínio diminuindo no número diário de novos casos e mortes, como países como Itália e Espanha.
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Nos Estados Unidos, a reabertura levou muitos aos bares e causou um surto de novos casos em estados como Texas e Flórida, levando a uma nova rodada de Closure medidas.
Apesar de mudar o perfil regional e de idade dos infectados, agora mais jovem, É difícil falar que há uma "segunda onda", e sim uma longa e dolorosa primeira onda que nunca terminou. Infelizmente, é também o caso do Brasil.