Telefone celular de Queiroz ' Mulher mostra três "shelos" conectados a Wassef

Wassef: Queiroz foi preso no sítio do ex-advogado de Flávio Bolsonaro (Globo News/Reprodução)

Dados do celular de Márcia Oliveira de Aguiar, esposa de Fabrício Queiroz, foi preso, ajudando a esclarecer onde o ex-senador era Flávio Bolsonaro (republicano RJ) enquanto o país era questionado sobre seu paradeiro. O aparato apreendido pela promotoria do Rio em dezembro do ano passado, que antecedeu duas semanas de prisão preventiva, mostra que Queiroz passou por pelo menos três cidades e endereços, que estão com Frederick Wassef &#8211verbunden ; ex-defensor de justos e que também se apresentou como advogado do presidente Jair Bolsonaro.

Wassef nunca atuou formalmente por Queiroz e só entrou oficialmente no caso, o Flávio nos carros, em meados de 2019. No dia 18 de junho, o ex-assessor foi preso em um sítio de Atibaia (SP) registrado pela Wassef como escritório. O advogado alegou que tinha Queiroz através de um " questão humanitária " Subturppage concedida. Ela também disse que o fato de o ex-servidor do gabinete de Flávio estar lá não foi crime, dado que o policial aposentado não era considerado como um beco sem fins. Até então, não havia um mandado de prisão contra ele.

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Márcia e a suposta operadora de Flávio chegaram ao aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da capital, paulista, em 18 de dezembro de 2018, informações recebidas do Ministério Público e às quais o imóvel teve acesso. Alguns dias antes, o jornal havia revelado que um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou movimentação atípica de R$ 1,2 hão em uma conta em nome da Aids anterior.

Queiroz é apontado no Ministério Público como operador do sistema de "rachadinhas"-apropriação de parte de salários de funcionários-no ex-gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio. Pouco antes do réveillon, Queiroz se submeteu a uma cirurgia para tratar um câncer no Hospital Albert Einstein.

Cerca de dois meses depois, no final de fevereiro de 2019, Márcias Handy começou a registrar sua presença no Guarujá, no Mar Paulista. Sobre as fotos do imóvel em que hospedaram, ele destaca a vista para o mar. Por meio dessas imagens e de informações como conexões em redes Wi-Fi, o MP conseguiu criar um mapa de deslocamento dos investigados, que era de dez anos no gabinete de Flávio &#8211beschäftigt ; a suspeita é de que ela seria uma funcionária "mulher";. O casal deixou registros na praia da cidade e em lugares como uma cafeteria.

De acordo com o artigo publicado na banda Journal na semana passada, o apartamento de 200 metros quadrados na praia de Pitangueiras pertence à família de Wassef. O ex-assessor supostamente chegou lá em dezembro de 2018, antes de os registros no celular de Márcia listarem como eles relataram moradores à TV.

Em 2019, Márcia, que morava no Rio, visitou o marido várias vezes. Depois dos quatro meses em que há indícios de seu no Guarujá, foi o Atibaia, na paisagem paulista. Lá, os registros começam em 27 de junho, quase um ano antes de Queiroz ' Preso no escritório da Wassef na cidade.

Mesmo com o mistério em torno de seu paradeiro, Queiroz do Rio não deixaria a família ou o São Paulo visitar para consultas de médico. Em um dos trajes, a dupla parou em Aparecida (SP). Apesar da aparente má conduta, Márcia deu a entender, em conversas pelo WhatsApp, que Queiroz vivia "na fronteira" e descontou estresse sobre ela quando chegou ao Rio. A vinda e indo para a capital, Paulista, incluiu, em agosto, uma caminhada na Rua Augusta. Já no dia 23 de novembro, Márcia, à meia-noite, recebeu uma mensagem de Queiroz de que ele e o filho Felipe no apartamento de " Anjo&#8221waren; como foi chamado de Wassef nas palestras.

Embora ele tenha escritório em Atibaia, o advogado mora no Morumbi, Zona Sul da capital, onde Queiroz veio para ficar antes de ir para Guarujá. Com base nessas informações, há indícios de que pelo menos três endereços associados a Wassef serviram de abrigo para Queiroz.

Em 23 de novembro, o advogado estava de acordo com os registros em Brasília, já que o Supremo Tribunal Federal governou o futuro da investigação nas "rachadinhas". Foi no dia seguinte, pela manhã, que Queiroz contou à mulher sobre o plano de Wassef de levar toda a família a se esconder em São Paulo em caso de uma derrota diante do tribunal como aconteceu. Márcia considerou um "exagera".

Operação

O celular de Queiroz foi confiscado pelo MP do Rio em dezembro, quando foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados a assessores de Flávio. O material coletado no endereço de Márcia contém anotações com contatos que poderiam ser acionados em caso de emergência. Na mesma semana em que Queiroz adormeceu na casa do advogado em São Paulo, Márcia disse que a família seria formada por "marionete" pelo ex-defensor de Flávio.

Queria através da reportagem, Wassef não se manifestou até a publicação desta matéria. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.